GREVE GERAL (GG)
Há quase um ano a queda de braço entre Governo e Sindicatos também ocorria no estado. Na época, servidores dos setores da saúde, educação, justiça e Instituto Penitenciário do Amapá transformaram a avenida FAB, centro da capital em um palco de mobilizações. Este ano, o cenário voltou a se repetir.
Na educação, no ano passado, foram 34 dias sem aula nas escolas públicas do Estado, a paralisação somente foi possível com a revogação do artigo 3º da Lei 1.540/2011, sancionada pelo Governador e batizada pelos servidores de Lei do Arrocho, além de um acordo que previa reajuste de 3% nos salários dos professores, que reivindicavam 6,31% referentes às perdas inflacionárias. Os educadores também tiveram a promessa de 2,5% de acréscimo no mês de outubro do mesmo ano, com pagamento dos retroativos quitados em 24 parcelas.
Quase um ano após os acordos, a mobilização no setor da educação volta a ocorrer, e o que iniciou com adesão a Paralisação Nacional no dia 14 de março, pela cobrança do cumprimento do piso salarial, definido em R$ 1.451, aumento dos investimentos públicos em educação, além da inclusão da meta de investimento mínimo na área, equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) no Plano Nacional de Educação (PNE), que tramita na Câmara dos Deputados, já dura cerca de 20 dias no Amapá.
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